Um vigilante de uma escola da rede pública estadual de Rio Branco foi preso em flagrante no sábado (22), suspeito de abusar sexualmente de um adolescente de 16 anos. A Polícia Militar foi acionada por volta das 19h30, após pessoas próximas ao jovem tomarem conhecimento da denúncia.
De acordo com informações obtidas pelo Notícias da Hora junto a uma fonte da segurança pública que acompanhou a ocorrência, o adolescente teria sido vítima de abuso sexual praticado pelo vigilante da instituição. Após o suposto crime, o jovem relatou o ocorrido a pessoas próximas, o que levou o caso ao conhecimento da família e da direção da escola. A partir daí, a Polícia Militar foi acionada.
O suspeito foi localizado, preso e conduzido à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), onde foram cumpridos os procedimentos relativos à prisão em flagrante.
Durante as diligências, policiais ouviram pessoas relacionadas ao caso e colheram o relato do adolescente, que, segundo a fonte consultada pela reportagem, apresentou uma narrativa considerada coerente e detalhada sobre o que teria ocorrido. O vigilante também foi interrogado e negou as acusações. Apesar da negativa, a autoridade policial entendeu haver elementos suficientes para a lavratura do auto de prisão em flagrante. As investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias do caso.
Após o atendimento policial, o adolescente foi encaminhado para a realização de exame de sexologia forense e recebeu atendimento profilático para reduzir riscos relacionados a possíveis infecções sexualmente transmissíveis. A Polícia Civil também realizou diligências no local onde o suposto crime teria ocorrido e coletou vestígios que poderão auxiliar na investigação.
O adolescente passou ainda por escuta especializada, com acompanhamento de profissional da área de psicologia. Segundo a fonte ouvida pela reportagem, o caso está sendo tratado como prioridade, e as investigações já avançaram desde o registro da ocorrência.
A audiência de custódia do suspeito ocorreu no domingo (23). A fonte consultada pela reportagem não soube confirmar qual foi a decisão judicial quanto à manutenção ou não da prisão.
















