O Acre registrou 109 vítimas de mortes violentas entre janeiro e maio de 2026, segundo dados do painel de estatísticas do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O levantamento considera apenas os cinco primeiros meses do ano, já que os dados de junho ainda não foram consolidados.
As ocorrências incluem casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, feminicídio, morte por intervenção policial e suicídio, conforme a metodologia do sistema nacional. Não entram na contagem mortes no trânsito, casos sem indícios de crime e tentativas.
No período, o Acre apresentou uma média de uma vítima por dia e uma taxa estimada de 29,47 mortes por 100 mil habitantes. Em comparação ao mesmo período de 2025, houve redução de 14,17% nos registros.
Rio Branco concentrou quase metade das ocorrências, com 54 vítimas, cerca de 49,5% do total. Em seguida, aparecem municípios como Cruzeiro do Sul, que registrou nove mortes violentas no período, além de Mâncio Lima, Feijó, Epitaciolândia e Tarauacá, que também tiveram registros relevantes no levantamento.
Outros municípios do estado também aparecem com números menores, variando entre uma e três ocorrências, enquanto algumas cidades não registraram mortes violentas no período analisado.
O perfil das vítimas mostra predominância masculina: dos 109 casos, 93 eram homens (85,3%) e 16 mulheres (14,7%).
Os dados são alimentados pelas secretarias estaduais de segurança pública e podem sofrer atualização conforme avanço das investigações e consolidação das informações no sistema.

















