Após quase dois meses de acompanhamento da rede de proteção social, um pai conseguiu levar os seis filhos que estavam no Acre de volta para casa, em Várzea Grande, no Mato Grosso. As crianças, com idades entre 1 e 11 anos, foram encontradas em situação de vulnerabilidade nos municípios de Rio Branco e Bujari, e retornaram ao convívio familiar no último dia 17.
O caso chegou ao conhecimento da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) por meio da Defensoria Pública do Estado. Segundo a pasta, as seis crianças – três meninos e três meninas – vivenciavam situação de abandono material e intelectual por parte da mãe.
O pai, Wellington Souza da Silva, mora em Várzea Grande e viajou ao Acre no dia 28 de abril, após ser informado sobre a situação dos filhos. A partir de então, a Divisão de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente da SEASDH passou a acompanhar o caso, articulando medidas para restabelecer os vínculos familiares, garantir os direitos das crianças e organizar o retorno da família ao Mato Grosso.
Documentação precisou ser regularizada
Um dos principais desafios enfrentados durante o acompanhamento foi a regularização da documentação civil das crianças, etapa necessária para garantir o acesso às políticas públicas e viabilizar o deslocamento interestadual.
Política
Uma das crianças não possuía os documentos básicos em razão de um erro de grafia no nome da mãe registrado na certidão de nascimento. A situação foi solucionada após articulação entre os cartórios de Plácido de Castro e Rio Branco, permitindo a emissão do CPF e da carteira de identidade.
Também foram localizadas e atualizadas as certidões de nascimento dos outros cinco irmãos junto aos cartórios de Bujari e Rio Branco, deixando toda a documentação da família regularizada.
Com a conclusão dessa etapa, foram providenciadas as passagens aéreas para o pai e as seis crianças.
Retorno teve acompanhamento técnico
Considerando a complexidade do caso, uma assistente social da SEASDH acompanhou presencialmente a família durante toda a viagem, realizada na noite de 16 de junho.
Antes mesmo da chegada ao Mato Grosso, a secretaria articulou o atendimento junto à rede socioassistencial de Várzea Grande. Um veículo foi disponibilizado para transportar a família do aeroporto até a residência do pai e, logo após a chegada, equipes da assistência social realizaram uma visita domiciliar, quando foram entregues uma cesta básica e um kit de higiene.
A família continuará sendo acompanhada pela rede de proteção social de Várzea Grande.
Entre as medidas previstas estão o acompanhamento pelo Conselho Tutelar, a inclusão no Cadastro Único e no Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), atendimento pelo Programa Criança Feliz, acompanhamento pela rede municipal de saúde, com avaliação clínica, atualização vacinal e atendimento psicológico, além da análise para eventual inclusão no programa de Aluguel Social.
Por A Gazeta do Acre Considerando a complexidade do caso, uma assistente social da SEASDH acompanhou presencialmente a família durante toda a viagem, realizada na noite de 16 de junho.
Antes mesmo da chegada ao Mato Grosso, a secretaria articulou o atendimento junto à rede socioassistencial de Várzea Grande. Um veículo foi disponibilizado para transportar a família do aeroporto até a residência do pai e, logo após a chegada, equipes da assistência social realizaram uma visita domiciliar, quando foram entregues uma cesta básica e um kit de higiene.
A família continuará sendo acompanhada pela rede de proteção social de Várzea Grande.
Entre as medidas previstas estão o acompanhamento pelo Conselho Tutelar, a inclusão no Cadastro Único e no Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), atendimento pelo Programa Criança Feliz, acompanhamento pela rede municipal de saúde, com avaliação clínica, atualização vacinal e atendimento psicológico, além da análise para eventual inclusão no programa de Aluguel Social.
Por A Gazeta do Acre

















