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Deputados se desculpam nas redes por voto a favor da PEC da Blindagem

Deputados utilizaram as redes sociais nesta semana para pedir desculpa a eleitores pelos votos a favor da chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que busca proteger parlamentares contra a abertura de processos penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto foi aprovado pela Câmara em dois turnos: 353 a 134 votos no primeiro, e 344 a 133 no segundo. Com isso, a proposta seguiu para análise do Senado, onde deve enfrentar resistências (entenda a PEC da Blindagem).

No Instagram, a deputada Silvye Alves (União Brasil-GO) afirmou que o voto a favor do texto foi um “erro gravíssimo”. Sem citar nomes, ela disse que “pessoas influentes do Congresso” ameaçaram retaliá-la caso votasse contra a proposta.

Eu vim aqui, humildemente, pedir desculpas aos meus eleitores. Eu cometi um erro gravíssimo na última terça-feira (16). Eu fui contra tudo que eu defendo, tudo que eu acredito. […] Eu já sabia que a direita, a extrema-direita e o centro votariam a favor dessa PEC”, afirmou.

“Comecei a receber muitas ligações de pessoas influentes do Congresso, se é que vocês me entendem. Ligaram dizendo que, [com] a votação contra, eu sofreria retaliações […]. Eu fui covarde e cedi à pressão, por volta de quase 23h, eu mudei meu voto […]. Eu quero pedir perdão”, completou Silvye Alves.

‘Grave equívoco’, diz deputado do PT

Merlong Solano (PT-PI) foi outro que usou as redes sociais para tentar se justificar e pedir desculpas pelo voto a favor da PEC da Blindagem.

O petista publicou uma nota em que classifica a posição como “grave equívoco” e pediu desculpas ao povo do Piauí e, “em especial, ao Partido dos Trabalhadores”.

Merlong disse que o seu voto foi uma tentativa de “preservar o diálogo” entre o PT e a presidência da Câmara, atualmente ocupada por Hugo Motta (Republicanos-PB).

“Meu objetivo era ajudar a impedir o avanço da anistia e viabilizar a votação de pautas importantes para o povo brasileiro, como a isenção do Imposto de Renda, a MP do Gás do Povo, a taxação das casas de apostas e dos super-ricos, além do Plano Nacional de Educação”, disse.

Apesar desse movimento que o deputado diz ter realizado, no dia seguinte à votação da PEC da Blindagem, a Câmara aprovou regime de urgência para o projeto que anistia condenados pelo 8 de Janeiro, e que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF.

“Esse esforço não surtiu efeito. O acordo político foi rompido e a votação da PEC ocorreu sob sérias irregularidades, incluindo a reintrodução do voto secreto no texto”, reconheceu Merlong.

O petista afirmou que, após a conclusão da aprovação da PEC da Blindagem, assinou um mandado de segurança apresentado ao STF para anular a votação da proposta pela Câmara.

Não foi ‘melhor caminho’, diz irmão do prefeito do Recife

Pressionado por eleitores nas redes sociais, Pedro Campos (PSB-PE) também publicou vídeo para explicar o voto a favor da PEC da Blindagem.

Ele disse que a posição tinha o objetivo de impedir o boicote a pautas importantes para o governo Lula, como a que amplia a tarifa social de energia e a que isenta de IR quem ganha até R$ 5 mil.

No entanto, Pedro Campos afirmou a estratégia que seguiu não representou a escolha “do melhor caminho”.

“A PEC passou do jeito que nós não queríamos, inclusive com a manobra para voltar o voto secreto que nós já tínhamos derrubado em votação”, disse.

“Por isso, tenho a humildade de reconhecer que não escolhemos o melhor caminho. Saímos derrotados na votação da PEC e na votação da anistia”, emendou o irmão do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Pedro Campos declarou que também assina mandado de segurança junto ao STF para a anulação da votação e a manobra feita para restabelecer o voto secreto para autorização de processos contra parlamentares.

‘Reconheço que falhei’, diz deputado do Centrão

Integrante do Centrão, grupo de partidos que articulou a votação da proposta, o deputado Thiago de Joaldo (PP-SE), disse ser contra o que chamou de “perseguição judicial” a parlamentares, o que o levou a votar “sim” nos dois turnos de análise da PEC da Blindagem

Entretanto, após ouvir especialistas, imprensa e eleitores nas redes sociais e pessoalmente, o parlamentar declarou que passou a avaliar que a câmara “errou na mão”. “E o remédio pode ter saído mais letal do que a enfermidade”, emendou.

“Como não tenho compromisso com o erro e nem dívidas com a justiça, reconheço que falhei, peço desculpas”, acrescentou Thiago de Joaldo.

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