Prefeito de Cruzeiro do Sul participou do evento beneficente neste domingo (26), parabenizou o trabalho dos voluntários e destacou que a maioria dos pacientes atendidos pelo Hospital de Amor na região é do Vale do Juruá
O 6º Leilão Direito de Viver, realizado neste domingo (26) na Fazenda Três Irmãos, em Cruzeiro do Sul, contou com a presença do prefeito Zequinha Lima, que fez questão de reconhecer o esforço dos organizadores e reafirmar o compromisso da gestão municipal com a causa do Hospital de Amor.
“Primeiro, quero parabenizar a iniciativa dos organizadores, o trabalho que eles têm feito para garantir que o leilão seja, de fato, um sucesso aqui em Cruzeiro do Sul. É um trabalho voluntário”, afirmou.
O prefeito lembrou que a atuação da instituição tem impacto direto na vida dos moradores da região. “O trabalho do Hospital de Amor é de salvar vidas. A grande maioria dos pacientes que chegam ao hospital são de Cruzeiro do Sul, são da região do Juruá, e ali recebem um tratamento diferenciado, sem discriminação — o mesmo tratamento que o hospital dá a todos os pacientes no Brasil inteiro”, disse.
Para o gestor, a instituição representa muito mais do que um serviço de saúde. “O Hospital de Amor é, para nós, a esperança para muitos pacientes que chegam até ali. Muitos conseguiram seu tratamento e sua recuperação graças a esse trabalho”, destacou.
Zequinha Lima garantiu que a colaboração da Prefeitura com a campanha é permanente — e vai da doação ao arremate.
“A nossa obrigação é fazer com que a gente possa ter uma grande arrecadação, para que outros pacientes que precisarem do hospital possam ter todo o atendimento. A Prefeitura sempre vai estar presente, todos os anos, ajudando e colaborando no que puder: vindo aqui, enviando prendas, mas também arrematando, porque sabemos que esse dinheiro vai ser muito bem aplicado em prol da vida das pessoas”, completou.
Como mostrou o Juruá 24 Horas, somente em 2025, mais de mil pessoas de Cruzeiro do Sul precisaram dos serviços do Hospital de Amor, segundo a coordenação local da instituição — 173 delas passaram pelo tratamento completo nas unidades de Rio Branco e Porto Velho.



















