O Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) repudiou o assassinato da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, ocorrido na noite desta segunda-feira, 2, em Brasiléia, no interior do Acre. Em nota, a entidade lamentou a morte da profissional e cobrou uma investigação rigorosa para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis.
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Elyne foi assassinada a tiros enquanto estava em um estabelecimento comercial. O CRM-AC classificou o episódio como de “extrema violência” e afirmou que o caso causa indignação e consternação, especialmente entre a comunidade médica acreana.
“A violência contra profissionais da saúde é inaceitável e representa uma grave afronta à vida, à dignidade e à segurança daqueles que dedicam suas vidas ao cuidado com a população”, afirmou o Conselho.
Quem era Elyne
Conforme o cadastro do Conselho Federal de Medicina (CFM), Elyne tinha registro regular no Acre desde 16 de outubro de 2023, sob o CRM 3195/AC. A médica atuava na especialidade de Medicina de Família e Comunidade.
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Elyne se formou em Medicina em 2014 pela Universidad Técnica Privada Cosmos. O diploma foi revalidado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), no campus de Aracaju.
Além do Acre, o cadastro aponta inscrição regular no estado de São Paulo e um registro transferido na Bahia.
CRM cobra esclarecimento do crime
Na nota, o CRM-AC prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão da médica e afirmou que a segurança e a integridade dos profissionais da saúde devem ser respeitadas e protegidas.
“A instituição espera que as autoridades competentes conduzam uma investigação rigorosa para esclarecer as circunstâncias, identificar os responsáveis e garantir que a justiça seja efetivamente realizada”, diz trecho da manifestação.



















