O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve a pronúncia de Laurisley Fideles Mariano, conhecido como “Arrascaeta”, apontado pelas forças de segurança como um dos fundadores do Terceiro Comando Puro (TCP) no Acre, para ser julgado pelo Tribunal do Júri por uma tentativa de homicídio qualificado em Rio Branco. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (14) pela Câmara Criminal e negou, por unanimidade, o recurso apresentado pela defesa.
Arrascaeta foi pronunciado pela tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, além da acusação de integrar organização criminosa. O caso foi relatado pelo desembargador Francisco Djalma. A defesa, representada pelo defensor público Celso Araújo Rodrigues, havia pedido a impronúncia de Laurisley. Entre os argumentos apresentados estavam a alegação de insuficiência de provas, a ausência de fundamentação adequada na decisão de primeira instância e questionamentos sobre a validade do reconhecimento fotográfico utilizado durante a investigação.


















