O médico Rodrigo Moura deu à reportagem do Juruá 24 Horas sua versão sobre o acidente de trânsito em que se envolveu, quando o veículo que conduzia atingiu a varanda de uma residência. Segundo ele, o caso teve início após deixar um colega em casa, no trajeto de volta para sua própria residência.
“Eu fui fazer uma curva, aí na hora que eu fiz a curva eu perdi o controle do carro e choquei contra uma varanda da casa de uma senhora”, relatou Rodrigo. Segundo seu relato mais detalhado, o pneu do veículo estourou durante a manobra, provocando a perda de controle. “Ainda tirei de lado, mas mesmo assim atingi a varanda da residência”, explicou, destacando que o impacto não foi frontal, mas lateral, e não causou ferimentos a ninguém, apenas danos materiais.
Rodrigo afirmou que, logo após a colisão, chegou a resolver a situação diretamente com a moradora da casa atingida. No entanto, diante da aglomeração de pessoas no local, muitas delas desconhecidas, decidiu se afastar temporariamente por medo de represálias. “Como tinha bastante gente lá na rua, ainda mais tinha umas pessoas desconhecidas, o condutor resolveu sair do local para não sofrer represália”, relatou, referindo-se a si mesmo. Segundo ele, o objetivo era buscar familiares para auxiliar na remoção do veículo e no acerto do prejuízo causado à varanda.
Ao retornar ao local, no entanto, ele constatou que moradores já haviam acionado a polícia para a remoção do carro.
O médico fez questão de destacar que não teve qualquer intenção de fugir da responsabilidade pelo acidente, citando como prova o fato de ter deixado todos os seus pertences dentro do carro. “Eu deixei chave, deixei carteira, deixei documento, tudo ficou dentro. Fiquei com medo mesmo quando vi aquele monte de gente, tive que sair correndo”, afirmou.
Ele reforçou o argumento para sustentar que não pretendia evadir-se da cena. “Se eu quisesse ter saído e fugido, eu tinha levado a chave, tinha deixado o carro trancado, tinha levado minha carteira, meus documentos, tinha tudo. E eu deixei tudo dentro do carro, porque fiquei com medo quando vi aquele monte de gente.”
Segundo o relato mais recente enviado por Rodrigo, seu objetivo ao se afastar era exclusivamente chamar familiares para auxiliar no ressarcimento do prejuízo causado à residência atingida, reafirmando que a saída do local ocorreu apenas em razão do temor gerado pela presença de pessoas desconhecidas comentando o ocorrido.


















