O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) utilizou as redes sociais, nesta sexta-feira (22), para denunciar a situação precária da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Jairo de Figueiredo Melo, localizada em Jordão. Segundo o parlamentar, a reforma anunciada na unidade escolar se limitou apenas a uma pintura superficial, sem resolver problemas estruturais.
Magalhães relatou que foi procurado pela comunidade escolar, que apontou graves deficiências no prédio. Entre elas, estão a cobertura em risco de desabamento, a ausência de banheiros em funcionamento e a falta de infraestrutura mínima para atender estudantes do ensino fundamental, médio e até mesmo uma turma da Universidade Federal do Acre, que utiliza o espaço no período noturno.
“Foi feita apenas uma pintura, sem substituição do que estava deteriorado e sem reforma nos banheiros. Hoje, os alunos não têm sequer condições de higiene, já que não há água nas pias. Se alguém precisa usar o banheiro, é obrigado a recorrer a baldes”, afirmou o deputado.
Na última quarta-feira (20), Magalhães apresentou um requerimento solicitando ao secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, cópias do contrato da obra e relatórios de medição dos serviços executados. O objetivo é comparar o que foi contratado com o que de fato foi realizado.
“O que aconteceu em Jordão não pode ser admitido. Os estudantes merecem respeito e transparência. Precisamos saber quais serviços foram realmente efetuados e quanto foi pago”, acrescentou.
O requerimento apresentado pelo deputado foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares presentes à sessão.Deputado Edvaldo Magalhães denuncia precariedade em escola estadual no município de Jordão
O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) utilizou as redes sociais, nesta sexta-feira (22), para denunciar a situação precária da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Jairo de Figueiredo Melo, localizada em Jordão. Segundo o parlamentar, a reforma anunciada na unidade escolar se limitou apenas a uma pintura superficial, sem resolver problemas estruturais.
Magalhães relatou que foi procurado pela comunidade escolar, que apontou graves deficiências no prédio. Entre elas, estão a cobertura em risco de desabamento, a ausência de banheiros em funcionamento e a falta de infraestrutura mínima para atender estudantes do ensino fundamental, médio e até mesmo uma turma da Universidade Federal do Acre, que utiliza o espaço no período noturno.
“Foi feita apenas uma pintura, sem substituição do que estava deteriorado e sem reforma nos banheiros. Hoje, os alunos não têm sequer condições de higiene, já que não há água nas pias. Se alguém precisa usar o banheiro, é obrigado a recorrer a baldes”, afirmou o deputado.
Na última quarta-feira (20), Magalhães apresentou um requerimento solicitando ao secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, cópias do contrato da obra e relatórios de medição dos serviços executados. O objetivo é comparar o que foi contratado com o que de fato foi realizado.
“O que aconteceu em Jordão não pode ser admitido. Os estudantes merecem respeito e transparência. Precisamos saber quais serviços foram realmente efetuados e quanto foi pago”, acrescentou.
O requerimento apresentado pelo deputado foi aprovado por unanimidade pelos parlamentares presentes à sessão.




















