A médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, assassinada a tiros na noite de segunda-feira (2), em Brasiléia, no interior do Acre, era acompanhada pela Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (4) pela comandante-geral da PM, coronel Marta Renata, durante entrevista coletiva em Rio Branco.
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Segundo a comandante, Elyne era atendida pelo serviço e foi a primeira mulher acompanhada pela Patrulha Maria da Penha a ser assassinada. “Ela era a nossa acolhida, a primeira acolhida que nós perdemos”, declarou.
Marta Renata informou ainda que a Polícia Militar elaborou um relatório no dia 1º de setembro comunicando o descumprimento das medidas protetivas concedidas à médica. Um segundo documento foi encaminhado ao Ministério Público em 21 de outubro, após a identificação de uma nova violação das determinações judiciais pelo ex-companheiro.
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